sexta-feira, 23 de março de 2012

O Primo - 14ª Capitulo

Justin P.O.V



Eu estava ficando louco. Literalmente. Era errado, mas era gostoso experimentar o gosto de uma pessoa que carrega o mesmo sangue que você. A sensação era tão boa, pois ambos tínhamos um amor tão grande, e esse amor se transformou em uma coisa "carnal" – da minha parte – eu queria sentir ela, além de seus beijos. Sexo, é quando o beijo é maior que a boca. E sim, eu teria feito isso se não fossemos interrompidos pela chegada de nossas mães, e pelo jeito Melanie também queria.



Só fico imaginando nesse momento, as gotas de água percorrendo seu corpo nu. Isso está começando a ficar doentio – a pior coisa que poderia acontecer. – Por que?Porque esse mês, eu posso tê-la. E no mês seguinte? Estarei em meu quarto no Canadá, pensando em cada momento que passamos juntos aqui. 



Como eu sei que não conseguirei mais evita-la, a única solução é aproveitar as semanas que nos resta.



– JUSTIN, PEGA MINHA ROUPA EM CIMA DA CAMA!??? – gritou Mel do banheiro.



Tateei a cama até achar as peças de roupas em cima da mesma. Levantei-me e fui até a porta do banheiro e bati. A porta se destrancou e eu estiquei apenas meu braço para dentro do banheiro, pra que ela pegasse suas roupas. Senti a mão dela agarrar meu braço e me puxar para dentro da suite. Seu corpo era coberto apenas pela toalha branca. A olhei espantado, ela me encostou na parede trancando a porta. Meu olhar ainda era de espanto, ela me observou e deu um sorriso travesso, se aproximando dos meus lábios. Seu corpo se impactou contra o meu, e eu pude sentir os bicos de seu seio enrijecer.



– Mel... – disse em um fio de voz, que foi calada instantaneamente pelos lábios de Melanie tomando os meus.



Melanie cravava suas unhas na minha cintura despida – já que eu apenas usava uma bermuda jeans – Me arrepiei quando Mel desceu seus beijou até meu pescoço, deu alguns chupões ali e em seguida beijou meu peitoral. Ela se abaixou mais um pouco, descendo meu abdômen, chegou até o cós da minha boxer – que estava acima do cós da bermuda – e depositou um beijo na minha tatuagem. 



A essa altura minha respiração estava um pouco pesada, enquanto Melanie, subia beijando meu corpo, admirando cautelosamente acada célula do mesmo. Ela subiu até minha boca e olhou meus lábios rosados, deu um sorrisinho e atacou os mesmos com vontade. O beijo que acabávamos de iniciar, era totalmente envolvente. Agarrei firme sua cintura, como se não quisesse nunca mais larga-la. Mel pós suas mãos em meu maxilar, dando mais intensidade. Estávamos praticamente grudado um ao outro, e faziamos movimentos pra que nossas linguás atingisse o máximo de espaço na boca um do outro. Com isso, o nó frouxo na toalha se desprendeu, fazendo a toalha se esparramar no chão. Claro que a toalha não cairia se eu não soltasse as mãos da cintura de Mel, mas como a toalha já mostrava grande parte do corpo dela, decidi liberar a passagem pra que ela caísse no chão. Melanie não parecia incomodada de estar nua, e eu muito menos. 



Nosso beijo ainda estava quente, ou melhor, fervendo! 


Mel soltou suas mãos do meu maxilar, pegou uma de minhas mãos que agarrava fortemente sua cintura, e levou até sua intimidade. Ela fazia movimentos com a minha mão entre seus lábios interno. Ela estava molhada, muito molhada. Soltou um gemido meio abafado quando eu estimulei seu clitóris, fazendo movimentos circulares. 



Inverti o jogo. Encostei ela na parede, cortando o beijo bruscamente e indo depositar calorosos beijos em seu pescoço. Ela arfou em meio de um curto gemido, quando eu introduzi meu dedo indicado em sua intimidade, senti seus lábios internos mordendo meu dedo. Tudo indicava que Melanie Bieber era virgem. 



Antes que me perguntem... Não! Eu não sou mais virgem. E antes que me perguntem com quem... Foi com a minha ex namorada. Caitlin. 



Tirei meu dedo de sua intimidade – o que fez ela resmungar – e voltei a fazer os mesmos movimentos de antes em seu clitóris. Desci mais meus beijos, até seu colo. Passei a ponta do nariz pelo seus mamilos. Os mesmos ficaram mais rígidos do que já estavam – se isso é possível. Ela apertou mais minha cabeça sobre seu peito e começou a rebolar entre meus dedos. Mel desabou a cabeça para trás, fechando os olhos abrindo um pouco a boca. 



Num ato inesperado, Melanie levou sua outra mão livre, até meu membro, acariciando o mesmo por cima da bermuda. Aquilo fez com que eu cravasse levemente os dentes em seu mamilo. Mais uma vez, coloquei agora, dois dedos em sua intimidade, fazendo ela apertar mais meu membro, que já estava bem duro, parecia uma pedra. 



Melanie, abria os botões da minha bermuda, quando uma voz invadiu o quarto, fazendo com que nos soltássemos rapidamente. Ela bufou e foi até a porta do banheiro destrancando a mesma, Mel parecia muito brava. Colocou a cabeça pra fora, pra ver quem era. 



– Melanie, minha querida – era a voz da minha mãe – Desculpa interromper seu banho, mas é que você não sabe onde Justin se enfiou? – perguntou. 



– Não sei não, tia. – mentiu, até porque ela não falaria que eu estava lambendo, chupando e estimulando ela no box do banheiro – Ele estava mexendo no meu notebook agora mesmo...  – disse normalmente – Se a senhora quiser, depois que eu sair do banho, eu procuro ele pra você!



– Hum... Tudo bem então. Volte a tomar seu banho, e desculpa incomodar! – disse e saiu do quarto.



Ri da atuação dela, indo em sua direção. A beijei. 



– Que tal continuarmos? – perguntei selando seu pescoço e escondendo meu rosto na curva do mesmo. 


– Não tem mais clima – disse com a voz um pouco falha – pelo menos pra mim  



– Tudo bem – disse com preensivo, aliás, eu não forçaria ela a nada – Então vou levar um tempo para me aliviar – disse me desgrudando dela. 



– Se alivia depois que eu passar mais uma água no corpo! – disse ligando o chuveiro e entrando debaixo dele. 



Ela passava as mãos em seu corpo, inclusive no mesmo ponto que eu acabara de acariciar. Seu corpo era extremamente incrível. Perfeito, eu diria. Olhei-a de cima a baixo e mordi os lábios. Mel não parecia nem um pouco com uma criança, da qual brincava comigo, e sim uma mulher. A minha prima!



Droga! Porque?



Afastei esses pensamentos perturbadores da minha mente, e voltei a analisa-la. 



– Para Justin, está me deixando sem graça! – ela disse envergonhada desligando o chuveiro. 



– Desculpa – ri tímido – Você é perfeita! – a olhei nos olhos. 



– Não. Você é perfeito! – disse vindo até mim e selando nossos lábios – Eu te amo! – pegou a toalha e se enrolou nela.



– Eu também te amo! 



Melanie pegou suas coisas e saiu do banheiro indo se trocar no quarto. Enquanto eu agora, ia me aliviar...! 
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Postado por: Aline



Opá! Quem gostou???? Então meus queridos... Vou tentar postar com mais frequência, apenas sexta e sábado (talvez domingo) eu não postarei! Se possível todos os dias vocês terão post's, isso ainda não está certo, ok? Antes que me perguntem se eu comprei outro teclado... Não, eu não comprei porque eu não tenho tempo de ir pra centro da cidade escolher um teclado bom, e essa é uma das principais razões desse meu desanimo pra postar.. Enfim, é só isso. Espero que vocês estejam gostando da fic e desse post. Obrigado pelos comentários e desculpa pela demora.

segunda-feira, 19 de março de 2012

O Primo - 13ª Capitulo


– Crianças chegamos! – ouvi a voz da minha mãe lá de baixo.

Nos soltamos rapidamente. Justin saiu de cima de mim e saiu correndo para o banheiro, enquanto eu, fiquei lá largada na cama com um sorriso imenso no rosto. Teríamos avançado um pouco mais se nossas mães não tivessem chegado.
Minha mãe e tia Pattie apareceram na porta, extremamente lindas. 

– O que achou no meu novo look? – perguntou minha mãe dando uma voltinha.

– Vocês duas estão lindas! Se eu soubesse que voltariam tão gatas, teria ido junto! – disse me levantando da cama.

– E vocês? O que fizeram no tempo que estavamos no salão? – tia Pattie disse vindo até mim e se sentando na cama.

– Nada de mais. – sorri – Nadamos um pouco e ajudamos Clarice a fazer o almoço. Basicamente isso. – obvio que eu não falaria "me atraquei com o Justin nesse tempo que vocês estiveram fora, e ele beija muuuuuito bem!". Até porque nos matariam, mas se não fossemos primos tão chegados e de sangue, e se minha mãe fosse compreensiva, eu contaria isso á ela, mas infelizmente ele é o meu primo.

– E onde Justin está? – perguntou minha mãe se olhando no espelho embutido na porta do meu closet.

– Está no banheiro – falei sorrindo discretamente. 

 Oi querido! – gritou minha mãe pra ele no banheiro. Ri.

 Oi tia! – respondeu no mesmo tom que ela.

Elas sairam do meu quarto, quando minha mãe volta;

– Já ia me esquecendo! – disse agarrada ao batente da porta – Encontrei Will na rua, e ele disse que precisa falar com você – bufou – Você sabe que eu não gosto muito dele, não é? Ele é rodeado de garotas, até estava abraçado com uma garota quando eu passei por ele. E eu sinto que ele não é o garoto certo pra você, Mel! – disse minha mãe. 

– Tudo bem mãe – sorri e ela saiu do quarto.

Eu não iria falar pra ela que nós terminamos. Não agora. Se eu contasse isso a ela, ela iria perguntar o porque de termos terminado, e eu certamente não contaria o que aconteceu, quando eu sai escondido dela á noite quando ela me proibira de por os pés pra fora de casa, e que acabei apanhando de um babaca que eu achava que amava e que me metia chifres enquando ele queria sexo e eu não, não queria mais confusão. E então eu teria que mentir, e eu sou péssima com mentiras e ela perceberia isso, então eu esperaria a poeira abaixar.

Ouvi a porta do banheiro se destrancar, e Justin saiu do mesmo vestindo apenas uma bermuda jeans, já se livrando da toalha – o único tecido que não o deixava completamente nu diante de mim. – Não evitei olhar sua barriga... 

– Porque não contou a ela que Will não é mais seu namorado? – perguntou me olhando estranho.

– Você estava escutando? – perguntei incredula. 

– Você deveria ter contado a ela. – ignorou minha pergunta e se sentou ao meu lado na cama. 

– Não quero mais problemas. Vou esperar um pouco, e depois eu digo a ela que não estamos mais namorando... – esperei um pouco – Ela certamente vai me perguntar o porque, e eu não vou ter uma mentira conveniente ao bastante para que meus olhos não denuncie a mentira.. 

– Você ainda gosta dele não é? – Justin me olhou triste, encarando meus olhos como se sentisse dor. 

– Não. Claro que não. – disse firme – Não sou idiota pra ficar com um garoto que te bate! Prefiro ser tratada como uma princesa – sorri pra ele, arrancando um sorriso do mesmo. 

Ele veio até mim e me deu um selinho, não tão demorado, mas que passava seus sentimentos de amor, e logo se separou. Até porque nossas mães estavam em casa e a porta do meu quarto estava aberta, por mais que elas estivessem no andar de baixo, tinhamos que tomar cuidado.

– Deixa eu ser seu principe? – perguntou proximo a mim sorrindo, enquanto eu encarava seu olhos cor caramelo. 

– Você já é! – sorri e me levantei.

Fui até meu closet e peguei uma roupa.

– Pode mexer no meu note se quiser. – disse a ele que encarava meu Macbook em cima da cama. 

Entrei no banheiro e fui tomar um banho e tirar aquele biquíni úmido que eu ainda usava. 
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Postado por: Aline

Amores peço desculpas por estar atrasando os posts e por eles estarem pequenos. Meu teclado está ruim, então eu demoro seculos pra escrever. Vou ter que comprar outro, então paciência, pfvo!
E obrigada pelos comentários :)


Indicação: The Rebel Love!

quarta-feira, 14 de março de 2012

O Primo - 12ª Capitulo



Melanie P.O.V



Ele me beijou! – eu só conseguia pensar nisso, eu não esperaria essa atitude dele, apesar de eu estar o provocando. Sim, eu amei!



– Faça spaghetti! – disse Clair para mim – E você – disse se dirigindo ao Justin – quero que tempere os bifes que estão na geladeira, pra mim!



– Eu não sei fazer isso! – disse ele se sentando em uma das cadeiras da bancada. 



– É fácil, eu vou falando os ingredientes e você vai misturando tudo na vasilha onde está os bifes! – falou puxando Justin – vamos lá! Quero que você descasque dois dentes de alho e pique-os em cima do bife.



Ele se levantou com uma cara meio tediosa e foi temperar os bifes. Clair, fazia a salada e alguns tipos de sucos naturais, enquanto eu fazia o spaghetti.



– Agora, coloque um pouco de sal na carne, Justin – ordenou Clair.



O molho precisava também de um pouco a mais de sal, peguei uma pontinha de sal com a colher do pote que Justin segurava, e logo vi a cagada que ele acabara de fazer.



– JUSTIN, QUANTO SAL! – ele havia coberto toda a superfície do bife com sal – VOCÊ SÓ SERVE PRA ESTRAGAR AS COISAS, LAVA A MÃO E DEIXA QUE EU FAÇO O RESTO.



Justin me olhou com uma carinha triste e ao mesmo tempo fofa, seu beicinho era irresistível. Percebi que Clarice estava de costas cortando ao meio as laranjas para o suco, e dei um selinho nele, arrancando do mesmo um sorriso, que incondicionalmente me fez sorrir também  – Agora vai! – disse a ele, que lavou as mãos enxugando no guardanapo e saindo da cozinha.



De vez em quando, Justin aparecia na cozinha para me atrapalhar, e em outras ia para me abraçar e distribuir beijos no meu rosto enquanto eu fazia meu trabalho de costas. Clair nos olhava estranho, mas eu não me importava.



– Vocês são sempre assim? – Clarice me perguntou assim que Justin saiu da cozinha, voltando para sala.



– Sempre. Desde pequenos – respondi dando mexendo o macarrão – Agora um pouco mais, pois não nos víamos a mais de quatro ou cinco anos... – disse dando as costas.



– Vocês não parecem primos com essas atitudes – disse ela lavando as folhas verdes do alface.



– Isso sempre foi muito normal entre a gente! – ela apenas sorriu de canto e voltamos a terminar de preparar o almoço.



[...]



14h Clarice já havia ido embora e eu estava deitada na cama mexendo no meu note, enquanto Justin tomava banho no banheiro coletivo da casa. Disse que não queria tomar banho no banheiro do meu quarto porque se sentia estranho. Idiotice.



Ele entrou no meu quarto apenas com uma toalha enrolada na cintura, se sentou na cama ao meu lado. Olhei pra ele meio incrédula, e o mesmo olhava pra mim.



– O que você queria me contar na piscina? – levantei e me ajeitei na cama.



– N..nada! – disse incerta.



– Vamos, me conte! – segurou meu queixo erguendo-o a altura de seus olhos amendoados. Suspirei fundo e segui em frente;



– Eu nã..ão sei muito b..em – engoli seco, é agora ou nunca – Eu acho q..que, que eu amo você! – espremi meu olhos como se eu fosse sentir dor – Não como primo, mas sim, como o homem que me completa. – disse por fim.



Ele não disse nada. Eu estava de olhos fechados, esperando uma resposta ou até mesmo um ato/movimento, qualquer coisa dele. Eu sabia que ele estava ali, podia sentir ele olhar pra mim, podia sentir o calor do seu corpo próximo ao meu,  podia sentir sua respiração calma ir se pesando a cada momento, mas ele não se movia e nem dizia nada. Abri os olhos vagarosamente e as duas bolas de caramelo me encaravam, seus olhos percorriam meu rosto e pareciam apreciar o que viam.



Ele deu um pequeno sorriso quando percebeu minha cara de preocupada, e começou a se aproximar sem seu sorriso desaparecer. Eu encarei seus lábios chegando próximos dos meus e sua língua encostando na linha central entre meus lábios, antes mesmo de sua boca encostar na minha. Nesse leve toque de sua língua, eu já embrulhara a mesma, puxando-a levemente. Acabávamos de iniciar um beijo doce, calmo e cheio de sentimentos. Minha mão foi em sua nuca, puxando levemente os fios dourados que ali crescia, enquanto uma de suas mãos flexionava meu quadril para baixo. Paramos somente quando o ar nos faltara.



– Is..so! – disse ofegante – Isso foi o causador dessa minha paixão. Se eu soubesse que eles eram tão poderosos, nunca me aproximaria – Justin sorriu pra mim grudando nossos lábios novamente, iniciando agora, um beijo um pouco mais ousado e com luxuria.



Eu não sabia muito bem o que estava sentindo, mas era muito bom. Sentimentos ocultos vieram à tona. Comecei a sentir uma certa quentura da cintura para baixo, e uma formigação gostosas entre minhas pernas, que faziam eu soltar leves e curtos gemidos entre o beijo, uma umidade atingira minha calcinha enquanto eu movimentava meus quadris querendo amenizar aquilo.



As mãos de Justin apertavam fortemente as laterais do meu corpo, enquanto me deitava cautelosamente na cama. Seus lábios agora faziam um percurso da minha boca até meu pescoço, ardendo os lugares onde sua língua percorria. Aquilo estava muito bom, ele sabia perfeitamente onde tocar.
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Postado por: Aline

segunda-feira, 12 de março de 2012

O Primo - 11ª Capitulo


Justin P.O.V



Melanie se levantou e começou a dançar. Parecia que ela gostava de balançar seu corpo de um lado para o outro, e parecia gostar também de me provocar. Confesso tentei evitar Mel, pensando no futuro, eu seria capaz de amá-la além de prima, e isso não seria bom. Então quem sabe dando uns leves ‘chega-pra-lá’ nela não pouparia uma infelicidade mais pra frente? 



Mas ela não ajudava nem um pouco fazendo essas provocaçõeszinhas, certo, eu tentei uma ou duas vezes parecer sexy quando perto dela, mas isso não vem ao caso, eu tento evitar um destino pior e ela fica tirando meu foco com essas curvas impecáveis. Oh my God!



– Vem, vamos dançar Justin! – disse ela me puxando da cadeira.



Fiquei logo atrás dela, enquanto a mesma balançava seu corpo em movimentos suáveis de um lado para o outro. Cheguei a pousar minhas mãos nas laterais de sua cintura, mas ela logo se virou pra mim cantando feito uma doida. Tive que rir.



– É melhor você para com isso antes que eu não responda por mim, Mel! – disse ao pé de seu ouvindo, arrancando arrepios dela.



Ela apenas sorriu de uma forma “não inocente” e chegou mais perto, colando nossos corpos. Ela sorriu com os olhos fechados, de uma forma que uma pequena linha de seus lábios pequenos deixasse á mostra uma linha mediana de seus dentes brancos. Qualquer garoto que estivesse no meu lugar agora, não perderia tempo e atacaria aqueles lábios chamativos, mas eu deixaria isso pra depois, iria jogar do mesmo modo que ela!



Cheguei meu rosto perto do seu, deixando as nossas bocas a centímetros uma da outra, mas não a beijaria. Nossos lábios estavam praticamente se roçando, ela já parara de dançar e agora só esperava eu beijá-la. Ela inclinou a cabeça para frente, tentando fazer com que nossos lábios pelo menos se encostassem, mas eu não lhe daria esse gostinho. Desviei de seus lábios indo um pouco para trás, mas não deixando a distancia dos mesmos serem maior do que 10 cm.



Ela abriu os olhos sem entender, eu apenas sorri vitorioso. Parecia que minha atitude não agradara, pois ela franziu a testa meio indignada. Em um golpe rápido, peguei-a no colo e pulei com a mesma na água, que por conta dos nossos corpos aquecidos pelo sol, fez com que sentíssemos aquele frio de doer às espinhas. Subimos até a superfície e no mesmo instante Melanie saia da água em busca de oxigênio. Ela gritara no momento em que já podia omitir som fora da água. Seu grito extremamente agudo veio acompanhado do meu nome. Obvio que ela iria me matar, aliás ela já me avisara que talvez ou não entraria na água.



– EU VOU DEFINITIVAMENTE TE MATAR, JUSTIN! – ela vinha totalmente feroz pra cima de mim, transmitindo uma imagem totalmente sexy de quando estava com raiva.



Assim que ela chegou perto de mim, não perdi tempo. Encostei Melanie no piso da ‘parede’ da piscina e ataquei seu pescoço, a mesma ficou em silencio no mesmo instante.



– Você quer isso, não é? – disse em um sussurro em seu ouvido e logo em seguida a beijei, sem resistência alguma, ela cedeu.



Fantástico, seria uma dos adjetivos perfeitos para aquele beijo - ou talvez até o próprio “perfeito.” - Dos beijos que trocamos, esse com certeza foi o mais quente entre eles, de alguma forma eu sabia que Melanie poderia dar beijos mais ferventes. Não poderia reclamar de forma alguma dos beijos dela, até porque eram os melhores, mas eu já estava esperando por outros mais perigosos. É, talvez eu esteja indo rápido de mais..



Selinhos encerraram nosso beijo caloroso;



– Pensei que aquele beijo de manhã fosse o último! – disse sorrindo pra mim.



– Você não gostou? – perguntei escondendo meu rosto na curva de seu pescoço.



Ela ficou em silencio por alguns minutos, depois segurou minha cabeça que ainda mantinha apoiada em seu pescoço – Justin, eu preciso te contar uma coisa! – segurou minha cabeça fazendo eu olhar em seus olhos.



–  Diga... – disse.



– Eu n... – ela começou a dizer, mas fomos interrompidos por alguém.



– Melanie? – perguntou uma voz feminina.



Eu rapidamente me soltei de Melanie e ela olhou para a porta da cozinha, onde uma moça olhava pra gente.



– Oi Clair! – disse Melanie para a tal moça, cujo o nome era Clair?



Mel caminhou até a barra da escada e saiu da piscina, fiz o mesmo.



– Clair, quero que conheça Justin, meu primo que mora no Canadá! – disse a moça de cabelos castanhos.



– Ah sim, Justin! Veronica havia me falado de você pelo telefone antes de eu vir para cá. Prazer, meu nome é Clarice, mas essa moçinha aqui – disse apontando para Melanie – me chama de Clair, então se quiser adotar esse apelido á mim também, fique á vontade! – disse Clarice estendendo as mãos pra mim, acompanhado de um sorriso no rosto.



– Prazer! – falei um tanto sem jeito ­segurando/apertando suas mãos – Posso te chamar de Clair? Então tudo bem. – sorri.



– Não sei se você viu, mas minha mãe e tia Pattie deixaram um bilhete dizendo que iam ao salão de beleza, então ela ligou pra Clair nos ajudar no almoço – disse Mel rapidamente.



– Ah sim! E eu vou ter que ajudar nesse almoço também? – perguntei não muito interessado.



– Sim. Vai! – Mel disse em um tom sério, mas ao mesmo tempo engraçado.



Ri – está bem então, fazer o que!? – revirei os olhos.



– Se sequem e venham logo me ajudar. – Clarice deu ás ordens.



Eu e Melanie pegamos nossas tolhas que estavam jogadas na espreguiçadeira e nos secamos. Fiquei daquele jeito mesmo, só de calção de banho, enquanto Mel vestiu seu shorts jeans. E então entramos na cozinha.
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Postado por: Aline

sábado, 10 de março de 2012

Aviso!

Oi pessoal! Desculpa não postar esses dias, é porque meu pc deu pau e eu fui obrigada a reforma-lo. Fora a enrrolação do meu pai pra levar meu pc pra formatar, o homem fez o mesmo, demorou seculos pra devolver minha vida. Enfim, ontem chegou meu pc lindo maravilhoso e eu toda happy porque ia poder viver de novo... Demorou 500 anos pra mim arrumar ele, e instalar aqui, arrumar meu servidor e tal's, ai quando que conseguir fazer tudo fui entrar nas minhas minhas redes sociais. Até ai ok. O que eu não esperava é que eu não conseguisse entrar nas minhas redes sociais e também ver videos no youtube. Bom, hoje eu consegui arrumar um treco aqui e consegui entrar nas minha redes, mas eu ainda não consigo ver os videos no youtube e em qualquer outro lugar. Conclusão: MEU PC VOLTOU PIOR DO SAIU!!!!!!!!!!!!!11111 (se alguém souber como eu faço pra conseguir ver videos, pfvo, me ajudem!.) 

Então, como meu pc foi formatado, eu perdi os capitulos que eu ia postar aqui. Então eu peço pra vocês que tenhão paciencia porque eu vou ter que refazer os posts... Talvez eu poste um capitulo hoje (não garanto que seja grande) pra vocês não ficarem sem nada, ok?

Já a Gabriele, ela não está postando porque esta ocupada fazendo alguns roteiros pra peça de teatro da escola dela (acho que é isso mesmo que ela falo), então eu não sei quando ela vai postar novamente! Talvez breve ou não...

Quero agradecer todos vocês pelos comentarios e espero que vocês não fiquem chateados comigo por não postar esses dias, e quero também que vocês entendam que coisas ruins só acontecem comigo, psé..

Quero dar as boas vindas ao Lucas, o primeiro boylieber leitor do blog fairytales, e gostaria que vocês descem uma passada no blog dele:: You Can Dream With Me?
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By: Aline